segunda-feira, 13 de junho de 2011

" Sua unha é dedo-duro"

Prestar atenção nela não é coisa só de mulher. É  possível fazer um check-up espiando a ponta dos seus dedos.

  • Azuladas e Côncavas: Tradução: Pode ser só uma característica hereditária. Mas às vezes, é resultado de problemas pulmonares, cardíacos, hepáticos ou gastrointestinais, como intolerância ao glúten e inflamação do intestino, alerta o cardiologista Marcelo Ferreira, professor da Faculdade de Medicina do ABC, em São Paulo. Nesses distúrbios, a circulação sanguínea no corpo todo é comprometida, e as unhas não ficam de fora. O tom azulado é causado pela falta de oxigenação. Solução:  A não ser que sua família também seja assim, a visita ao médico é obrigatória.

  • Quebradiças com Rugas e Depressões: Tradução: Você pode estar com psoríase. Esse perrengue é mais comum no couro cabeludo e sombrancelhas, onde aparecem pontos avermelhados de descamação. Porém, as unhas são possíveis vítimas, até com casos de deslocamento. Apesar de depender de uma predisposição genética, a doença é disparada por fatores externos como estresse. Solução: O tratamento é feito sob prescrição do dermatologista. Logo, não tente dar seu jeito sozinho em casa.

  • Linhas Horizontais: Tradução: Considere a possibilidade de um trauma simples, que altera o crescimento de unha e gera a tal linha. Porém, o visual pode revelar um estado nutricional pobre (falta de vitaminas do complexo B, por exemplo) ou hipersensibilidade a medicamentos. Nesses casos, quando os nutrientes ficam alterados, as unhas crescem com deformidades, detalha Fernanda Casagrande, da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Solução: Vale o coro: não banque o durão e consulte logo um profissional da saúde.

  • Crescimento e Firmeza Anormais: Tradução: Talvez sejam alterações endócrinas. Unhas que crescem rapidamente e se tornam finas e moles são rastros deixados pelo hipertireoidismo (produção excessiva de hormônios pela prórpia tireoide). Já quando as unhas crescem lentamente, descamam e ficam com estrias, o diagnóstico é hipotireoidismo. É como se esses hormônios fossem regentes de orquestras. Se a glândula acelera ou desacelera, o metabolismo segue o titmo. Solução: De médico todo mundo tem um pouco, mas vá ao endocrinologista

FONTE: REVISTA MEN´S HEALTH // MÊS JUNHO

Aprenda a controlar a compulsão por doces

Fazer substituições inteligentes e evitar o jejum estão entre as dicas.

Começar a fazer dieta quase sempre não é fácil. Só de ter que maneirar em alguns alimentos já vem o desânimo, principalmente quando o assunto são os doces.

Uma dieta equilibrada permite que você coma tudo o que quiser, mas sem nenhum exagero. E as besteirinhas, como doces e balas, são os maiores vilões quando a meta é não passar da conta.

De acordo com a nutricionista Roseli Lomele Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional, pessoas que comem doces todos os dias acham que jamais conseguirão parar com o açúcar, estabelecendo uma espécie de dependência "Muita gente acredita que não conseguirá manter uma dieta sem a sensação de relaxamento e bem-estar que as guloseimas proporcionam", afirma. Mas, já que para tudo na vida dá-se um jeito, é possível se livrar dessa compulsão por açucarados. Siga as dicas da nutricionista e acabe já com esse mau hábito:

Faça um diário alimentar: "Muitas pessoas não se dão conta daquilo que comem", diz a nutricionista Roseli Rossi. Portanto, se você acha que está exagerando nos doces, que tal montar uma lista com tudo o que você come durante o dia e em quais horários? "Quando você vê o total ingerido em uma lista, percebe que pode haver muitos nutrientes faltando na dieta", completa a especialista. Se, ao fazer a lista, você notar que tem açúcar de sobra, corra atrás do prejuízo.

Pare definitivamente ou gradualmente: Isso não é uma regra. Algumas pessoas preferem ser radicais e excluir os doces da dieta por completo para, depois de superado o hábito, inseri-lo na rotina alimentar aos poucos novamente. Outras preferem o caminho contrário: parar com os doces aos poucos. Segundo a nutricionista, existem casos em que a pessoa sofre de uma espécie de abstinência, ficando nervosa, enjoada ou com dores de cabeça se não comer doces. "Nessas situações, a forma gradual é melhor, pois a seleção de alimentos é naturalmente feita", aconselha.

Procure substituições inteligentes: É importante comer bem do café da manhã até a janta. A nutricionista conta que manter índice glicêmico em níveis normais diminui a vontade por doces. "Ter picos glicêmicos e depois o rebote, ou seja, ficar com o índice glicêmico muito baixo, aumenta a vontade de comer açúcares", diz. Hoje, é possível incluir alimentos doces em sua dieta sem apelar para os bolos e tortas pouco saudáveis. Frutas frescas ou desidratadas, chocolate amargo combinado a uma fruta, leite com aveia, mel e canela, geleia light com torrada e cookies integrais são algumas opções que a nutricionista Roseli sugere. É sempre importante manter uma alimentação rica em fibras, pois elas aumentam a saciedade e estabilizam o índice glicêmico.

Fuja do jejum: A fim de perder os quilinhos a mais ou driblar as calorias adquiridas pelos doces, muitos optam por pular refeições ou ficar horas em jejum. Essa é a maior das ciladas. Longos períodos em jejum fazem com que nosso índice glicêmico fique extremamente baixo, nos deixando com mais fome, principalmente por carboidratos e açúcares. "É necessário alimentos com mais qualidade e os doces em menor quantidade, em vez de se acabar no açúcar e depois pular refeições", explica a especialista. "Isso só trará malefícios à saúde do paciente".

Não substitua uma refeição por doces: Na mesma linha do jejum, algumas pessoas procuram comer menos no almoço ou no jantar para poder saborear uma sobremesa sem culpa. Essa orientação, porém, está totalmente errada. "Não posso deixar de comer proteína, arroz e feijão só para comer uma torta de morango depois", diz a nutricionista. Roseli afirma que muitas pessoas fazem essa troca pensando em calorias, mas 100 calorias de arroz e feijão estão longe de ser equivalente a 100 calorias de bolo de chocolate, já que as respostas metabólicas são diferentes. "O aproveitamento de nutrientes que o seu corpo terá com o arroz e feijão é muito maior", esclarece. Por isso, nada de saborear um doce prejudicando uma refeição saudável e equilibrada, que é tão importante para o seu rendimento físico e mental.

Elimine os doces da sua dispensa: Nada de passar vontade ou conviver com as tentações ao alcance da mão. Evite comprar doces e estocá-los nos armários, geladeiras, gavetas e até mesmo no trabalho. "Muitas vezes, a pessoa alega que compra doces para o filho ou outro membro da família, quando, na verdade, compra pra si", conta Roseli. Portanto, é hora de tomar coragem e parar de comprar besteiras. É óbvio que nenhum alimento é proibido, mas o ideal é não comprar aos montes um alimento que você sabe ser inadequado, pois sempre pode surgir um momento de fraqueza. "Você tem que tirar os olhos do doce, pois assim acaba até se esquecendo dele", diz a nutricionista. 

Se a vontade for incontrolável: Prefira comer o docinho no período da tarde. Evite ao máximo os doces pela manhã, pois nosso corpo está se desintoxicando e ingerir muito açúcar nesse período dá mais trabalho para nosso metabolismo. Prefira o doce no lanche da tarde em vez de comê-lo na sobremesa, já que o seu organismo está satisfeito da refeição. Por isso, opte por horários entre 17h30 e 18h30.



terça-feira, 7 de junho de 2011

Compare nove tipos de pães antes de inclui-los na dieta

Comer um pãozinho com manteiga no café da manhã é quase uma tradição para os brasileiros. Mais do que gostosos, os pães são ricos em carboidratos. Esses nutrientes são importantes para o funcionamento de corpo e não devem ficar de fora da dieta sem aconselhamento médico.

Sempre que ingerimos carboidratos, eles entram na corrente sanguínea e são absorvidos em diferentes velocidades, dando energia para o organismo funcionar. Quanto maior a velocidade de absorção de seus carboidratos, maior será o índice glicêmico do alimento. "Todos os tipos de pão são ótimas fontes de carboidratos, responsáveis por dar energia ao corpo. Mas, como o índice glicêmico de cada tipo pode variar, é importante saber qual é a melhor hora para comer cada tipo", diz o nutricionista e personal trainer Vinicius Oliveira, da Academia Forum Exere Fitness. Cada pão também possui uma quantidade de nutrientes específica. Conheça mais essas variações. 

Pão branco (normal)
Também conhecido como pão francês ou pão de sal, o pão branco é o mais consumido pelos brasileiros. Ele é feito com farinha refinada de trigo e é rico em carboidratos e proteínas. Como o índice glicêmico é elevado, o pão branco é usado como padrão para medir a glicose nos alimentos. "Ele é o pão que apresenta o maior índice glicêmico e, por isso, não deve ser consumido antes dos exercícios ou de dormir", diz Vinicius Oliveira. O hábito de consumi-lo na primeira refeição do dia é bastante saudável, segundo o nutricionista. "Quando acordamos, nosso corpo de uma grande ingestão de energia, já que passou várias horas em jejum. Por isso, o pão branco, que contém mais carboidratos, é o mais indicado", comenta. Após um grande gasto de energia, como depois de uma atividade física, comer um pão branco pode ajudar a recuperar a vitalidade.  

Pão integral
O pão integral não é preparado com farinha refinada, o que mantém as quantidades de vitaminas, minerais e fibras dos cereais no pão, tornando-o bastante nutritivo. Mesmo que também tenha carboidratos, as fibras contidas no pão integral desaceleram a absorção de glicemia pelo organismo, o que diminui o índice glicêmico. "Esse tipo de pão é indicado para antes do treino. Como ele tem grande quantidade de fibras, que fazem o corpo absorver insulina de maneira mais lenta e gradual, garante energia durante todo o treino", explica o nutricionista.

Pão de linhaça
A linhaça é ótima fonte de ômegas 3 e 6, por isso, ela só traz vantagens à sua dieta, além de ser um importante agente antioxidante e renovador celular. Um pão feito dessa sementinha também possui essas caraterísticas. "Ele é rico em fibras e gorduras boas, as insaturadas. Assim, o consumo desse alimento ajuda a melhorar o índice nutricional de nossa alimentação", explica a nutricionista do Dieta e Saúde, Roberta Stella. De acordo com o nutricionista Vinicius Oliveira, o pão de linhaça, ainda garante ao corpo um aumento de energia e de vitalidade. "A linhaça acelera o metabolismo, o que garante eficácia na produção de energia celular e ajuda a recuperar a fadiga muscular". Por isso ele é uma ótima opção para um lanchinho antes e depois do treino.  

Pão de centeio
Esse pão é o campeão no quesito quantidade baixa de gordura. "O pão de centeio é o que contém menos gorduras e proteínas, sendo uma boa opção para quem não quer mais consumir pão branco ou quer ingerir menos gorduras", diz Vinícius Oliveira. Além disso, ele tem praticamente as mesmas fibras que o pão integral, ajudando no processo digestivo. No entanto, esse pão contém mais carboidratos do que os outros tipos. 

Pão de Aveia
Rico em ferro, magnésio, zinco, cobre e proteínas, o pão de aveia é bastante indicado para quem tem problemas em controlar a glicemia, já que a aveia é rica em fibras solúveis, principalmente a beta-glucana, que retarda a absorção de glicose e do colesterol, sendo uma sugestão de pão para hipercolesterolêmicos. Além disso, assim como o pão integral, a grande quantidade de fibras ajuda a abaixar o índice glicêmico, ideal para quem quer fazer um lanchinho antes de alguma atividade física mais demorada.  

Pão de milho
O pão de milho, diferente do que é feito de trigo, não perde a casca durante o processo de preparação. Por isso, ele é rico em fibras e minerais, como fósforo, ferro, potássio e zinco. Além desses nutrientes, o pão de milho também é rico em proteínas e vitaminas do complexo B. "Ele é uma importante opção para quem tem doença celíaca, já que o milho não contém glúten", diz o nutricionista Vinicius Oliveira

Pão australiano
Esse pão, feito de farinha de trigo enriquecida com ferro e ácido fólico, tem uma cor escura, que vem da farinha integral, e um sabor adocicado causado pelo estrato de mel usado durante o preparo. É rico em vitaminas, minerais e fibras provenientes da casca dos grãos de trigo. 

Pão Sírio
Também conhecido como pão pita, ele é feito de trigo assim como o pão branco, só que contém menor quantidade de gorduras e de carboidratos. Ele é uma boa opção para quem quer variar a dieta sem aumentar a quantidade de calorias e gorduras ingeridas. 

Croissant
Croissant - que quer dizer crescente em francês - é aquele pãozinho em forma de meia-lua, feito com massa folhada e grande estrela do café da manhã dos franceses. Essa opção tem mais gorduras e calorias do que os outros tipos e deve ser consumida com moderação, principalmente as versões recheadas

domingo, 5 de junho de 2011

Abandone 10 hábitos que envelhecem a sua pele

Não tem mulher que não se preocupe com a aparência da pele. Com o passar do tempo, linhas de expressão, flacidez, rugas e falta de luminosidade passam a incomodar. Mas nem adianta gastar os tubos, literalmente, no mais revolucionário dos tratamentos estéticos ou no creme mais caro do mercado. Tudo isso perde força se você abre espaço para verdadeiros inimigos da saúde da sua pele, cigarro, estresse e açúcar demais são alguns deles. A seguir, você confere quais são os outros maus hábitos que favorecem o envelhecimento precoce fique longe deles e rejuvenesça.

1) Tabagismo. Cada cigarro diminui a oxigenação da pele por 90 minutos! Imagine quem fuma mais do que um por dia. Resultado: a pele fica grossa e amarelada, por causa da nicotina, sem viço e opaca. Além de todos os problemas que causa à saúde, o cigarro também provoca distúrbios no metabolismo e acelera a perda de colágeno, células responsáveis por dar sustentação e elasticidade à pele, favorecendo a flacidez. "O ato de fumar provoca rugas ao redor dos lábios e ao redor dos olhos, já que o fumante fecha os olhos parcialmente para proteger os olhos da fumaça", explica a dermatologista Daniela Taniguchi.

2) Estresse. O estresse emocional altera nossos hormônios, aumentando a liberação de corticoide endógeno e adrenalina, por exemplo. "Isso pode deixar a pele mais oleosa e acneica. O estresse também diminui nossas defesas, e a pele fica mais predisposta à doenças e infecções", diz a dermatologista Daniela Taniguchi. As mais comuns são herpes, alergias, erupção cutânea, psoríase e até vitiligo.

3) Ignorar a poluição. "Os gases nocivos encontrados no ar poluído formam uma película de toxinas que acaba sendo absorvida pela pele, aumentando as reações de oxidação e formação de radicais livres que agridem a pele", explica a dermatologista Paula Cabral. A oxidação é um processo natural que acontece no organismo, mas que envelhece as células. O excesso de poluição oxida as células tanto da pele como do organismo todo. Por isso, para evitar essa reação, é importante proteger a pele diariamente, aplicando protetor solar, hidratante e fazendo a higienização para eliminar as impurezas.

4) Beber pouca água. Um dos primeiros sinais da falta de água (desidratação) se dá na pele e nas mucosas. "Entre as células, temos um líquido intersticial que ajuda na sustentação da pele, entre outras funções. A falta de ingestão de água deixa a pele flácida e sem viço", explica a dermatologista Daniela Taniguchi. A pele perde o turgor, demorando para voltar ao seu estado natural, quando sofre uma distorção. Por exemplo, quando beliscamos a pele, ela logo deve voltar ao seu estado normal ao soltarmos. Se isso demora para acontecer, é sinal de que está desidratada e flácida. Além de deixar a pele hidratada e firme, beber água também favorece a excreção de toxinas, substâncias que prejudicam a pele. O recomendado é consumir pelo menos dois litros de água por dia.

5) Não usar protetor solar. O excesso de exposição solar, e principalmente a falta de proteção solar, é a principal causadora do envelhecimento da pele e de câncer de pele. Para se ter uma ideia, a radiação solar é responsável por 80% do envelhecimento da pele exposta, principalmente nas peles mais brancas, que sofrem este processo precocemente. "A radiação solar é um potente oxidante celular. A radiação penetra na pele e provoca alterações diretamente no DNA das células e, indiretamente, provoca reações químicas que alteram o DNA e as fibras colágenas e elásticas", explica a dermatologista Daniela Taniguchi. De acordo com a especialista, apesar de o nosso organismo ter mecanismos de defesa e ação antioxidante, nem sempre isso é o suficiente para evitar essas reações. O resultado é o que chamamos de fotoenvelhecimento. Aparecem então, manchas, sardas, flacidez, pele áspera, aumento das rugas e, em alguns casos, câncer de pele. O FPS, para o dia a dia, nunca deve ser menor que 30 para rosto, colo, pescoço e mãos (regiões da pele mais sensível) e 15 para o restante do corpo.

6) Consumo de açúcares e gordura. Em excesso, o açúcar é responsável por outro processo de envelhecimento celular chamado "glicação". "O açúcar se liga às proteínas da pele, como o colágeno, provocando a rigidez destas proteínas. Assim ela perde a função de elasticidade, deixando a pele flácida e com rugas", explica a dermatologista Daniela Taniguchi. Já a gordura em excesso fica acumulada no tecido subcutâneo de forma irregular, provocando gordura localizada e celulite.

7) Falta de alimentação equilibrada, ricas em antioxidantes. "Uma dieta equilibrada, rica em vegetais, incluindo frutas diversas, leguminosas, cereais e hortaliças é a melhor proteção contra os radicais livres, inimigos da pele", explica a nutricionista Daniela Cyrulin. As substâncias ativas encontradas nestes alimentos são excelentes antioxidantes que neutralizam a ação destes radicais. Priorize alimentos ricos em: Vitamina C (laranja, limão, lima, acerola, caju, kiwi, morango, couve, brócolis, tomate), vitamina E (amêndoas, nozes, castanha do Pará, gema de ovo, vegetais folhosos), vitamina A (cenoura, abóbora, fígado, batata doce, damasco seco, brócolis, melão), bioflavonoides (frutas cítricas, uvas escuras ou vermelhas), entre outros nutrientes encontrados em alimentos frescos.

8) Dormir mal. Sem sono adequado não existe reparo. Durante o sono, produzimos hormônios "rejuvenescedores", como a melatonina e o hormônio do crescimento. Estes hormônios são "calmantes" e reparadores. A falta de sono provoca estresse e não dá tempo para o organismo descansar. Resultado: pele sem viço e com olheiras.

9) Sedentarismo. A prática de atividades físicas traz muitos benefícios para o corpo e para a pele. Melhora a circulação sanguínea da pele, melhora o metabolismo do organismo (evitando o processo de glicação), combate o estresse e melhora a qualidade do sono. Além disso, combate a flacidez, a celulite e a gordura localizada.

10) Dispensar o hidratante. É necessário ter cuidados para proteger a pele das agressões externas, como o vento, o frio, a poluição e os raios solares. Um rosto bem hidratado apresenta uma boa elasticidade, já uma pele desidratada costuma apresentar mais flacidez e rugas. "O ressecamento pode ainda trazer consequências como dermatite e descamação", diz a dermatologista Paula Cabral. Com o envelhecimento, as glândulas sebáceas diminuem em número e tamanho, deixando a pele mais ressecada. "O ressecamento superficial da pele causa alergias e coceira, diminui a elasticidade da pele e agrava as rugas. Portanto, além de beber líquidos, a pele terá benefícios extras se for hidratada com cremes e loções", explica a dermatologista Daniela Taniguchi.


quarta-feira, 1 de junho de 2011

12 MOTIVOS PARA PARAR DE FUMAR!!!!

Motivos não faltam para extinguir o fumo da sua rotina. A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou, no último dia 27 de maio, que o tabaco irá matar nada menos que seis milhões de pessoas somente em 2011, sendo 600 mil fumantes passivos. Se esses números continuarem aumentando, a estimativa é que, em 2030, oito milhões de pessoas morram por ano por conta desse péssimo hábito.

O Dia Mundial sem Tabaco (31 de maio) foi criado pela OMS em 1987, justamente para tentar reduzir esses números alarmantes. O objetivo é atrair a atenção do mundo para a epidemia do tabagismo - que matou 100 milhões de pessoas no século XX - e as mais de 50 doenças relacionadas a ele que poderiam ser evitadas. Governos de diversos países, especialistas e estudos científicos caminham para uma mesma direção: alertar que o fumo faz mal e causa inúmeros malefícios no organismo. Confira alguns deles:

1) Redução de olfato e paladar:
O fumo traz sérias alterações na boca e no nariz. "Os agentes químicos presentes no cigarro atuam como irritantes da mucosa bucal, o que resseca e aumenta a camada de queratina", explica a nutricionista Thais Souza, da Rede Mundo Verde. Ela explica que o fumo promove alterações nas papilas gustativas, o que impede que o fumante sinta o real sabor dos alimentos. Além disso, o cigarro é prejudicial para a mucosa olfativa, já que seu efeito térmico pode levar a lesões que alteram o olfato.
2) Doenças gastrointestinais:
A digestão já fica prejudicada por conta das alterações no paladar. Para completar o desastre, a nicotina no sistema digestivo provoca a diminuição da contração do estômago e provoca irritação. O uso contínuo do cigarro enfraquece o músculo que impede o refluxo, o que aumenta o contato de ácido gástrico com a mucosa esofágica. O tabaco ainda facilita a infecção por bactérias causadoras da úlcera gástrica.
 3) Rugas e pele envelhecida: 
Além dos dentes amarelados e do mau hálito, a pele tende a envelhecer mais rápido nos fumantes. "Existem alguns estudos feitos com gêmeos, em que somente um tinha o hábito de fumar, que comprovaram que aquele que fumava poderia aparentar até oito anos a mais que o irmão", conta o cirurgião plástico Gerson Luiz Julio. Isso acontece porque a pele diminui a produção de colágeno e perde brilho e elasticidade. De acordo com Gerson, o aparecimento precoce de rugas também é provável, o que deixa a pele com um aspecto pardo ou amarelado. "Outra característica que os fumantes normalmente expõem na face são as populares manchas", completa o profissional. 
 4) Problemas de visão: 
Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer, INCA, os fumantes apresentam um risco duas vezes maior de catarata e de duas a três vezes maior de desenvolver a degeneração macular relacionada à idade. O oftalmologista Virgilio Centurion, diretor do Instituto de Moléstias Oculares, conta que os efeitos maléficos do tabagismo também estão associados à queda das pálpebras. "Isso pode provocar uma diminuição do campo visual e o aparecimento da oftalmopatia de Graves, doença que apresenta como sintomas retração palpebral, edema palpebral, lacrimejamento, fotofobia, sensação de corpo estranho, entre outros", afirma o profissional.
5) Anulação dos efeitos benéficos de beber com moderação:
A comprovação vem de um estudo da Universidade de Cambridge (Inglaterra) com 22 mil participantes. De acordo com os cientistas, beber com moderação (de três a 14 doses por semana) diminui as chances de um AVC, ou seja, uma redução de 37% no risco de acidente vascular cerebral. No entanto, os fumantes que consumiam uma quantidade similar de álcool não apresentavam tal declínio em suas chances para o curso. Vale lembrar também que já era comprovado que pessoas que fumam têm um risco 64% maior de ter um acidente vascular cerebral do que aquelas que nunca fumaram.
6) Câncer de boca:
De acordo com o diretor do Departamento de Estomatologia do Hospital do Câncer, Fábio de Abreu Alves, 95% dos pacientes com câncer de boca fumam. O motivo é a composição do cigarro: "Ele é produzido por cerca de 4.700 substâncias tóxicas, sendo 60 cancerígenas", diz o especialista. Esse emaranhado de elementos nocivos presentes no tabagismo ainda é responsável por diversos outros tipos de câncer, principalmente nas vias aéreas, como laringe, esôfago e pulmão. O dentista Marcelo Kyrillos, da clínica odontológica Ateliê Oral, também explica que a nicotina desestrutura a parte óssea da boca e danifica a estética vermelha natural da gengiva. O esmalte dos dentes é atingido pelo alcatrão. Ela penetra no esmalte superficial e causa o escurecimento deles. 

7) Doença pulmonar obstrutiva crônica:
O tabagismo é a principal causa da DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), complicação definida pela presença de obstrução progressiva do fluxo aéreo. "O perigo de desenvolver DPOC em um grupo de fumantes de dois maços de cigarros por dia é aproximadamente 4,5 vezes maior que para os não-fumantes", conta a fisioterapeuta Adriana Marques Battagin, especialista em fisioterapia cardiorrespiratória. Ela explica que o impacto da DPOC sobre o indivíduo portador não se dá somente na limitação física para a execução das atividades da vida diária, mas também nas relações afetivas, conjugais, sexuais, no lazer e no exercício profissional. Em decorrência da limitação física, muitos doentes tornam-se amplamente dependentes de seus familiares, despertando um sentimento de incapacidade e contribuindo para a diminuição de sua auto-estima e a alteração de humor. 
8) Alterações das funções dos genes:
A exposição à fumaça de cigarro altera a formação das células por conta do comprometimento da função de alguns genes, segundo um estudo realzado pela Southwest Foundation for Biomedical Research, nos Estados Unidos. Os cientistas analisaram 1.200 pessoas e identificaram 323 genes que sofrem alterações na hora de converter informações genéticas em funções celulares por causa da fumaça do cigarro. Essas alterações têm grande influência negativa no sistema imunológico e um forte envolvimento no processo de morte das células e desenvolvimento de câncer.  
9) Doenças neurologicas:
Cientistas do National Brain Research Center da Índia, descobriram uma ligação direta existente entre tabagismo e danos cerebrais. Um composto do cigarro, chamado NNK, desencadeia uma resposta exagerada do cérebro a partir de células imunes no sistema nervoso central. Os glóbulos brancos, que normalmente eliminam células danificadas, passam a atacar células saudáveis, resultando em graves danos neurológicos. De acordo com os pesquisadores, a substância é considerada pró-cancerígena, o que significa que pode causar câncer quando é modificada por processos metabólicos do corpo, além de desencadear distúrbios como a esclerose múltipla. 
10) Problemas no coração:
A complicação cardiovascular decorrente do cigarro afeta até mesmo o fumante passivo. Pesquisadores do Departamento de Cardiologia do Erasme Hospital e a Univesité Libre de Bruxelles, na Bélgica, comprovaram que respirar as substâncias do cigarro afetam várias funções do sistema vascular arterial - e mesmo quando já não há mais fumaça no ar. O tabagismo - tanto ativo quanto passivo - provoca elasticidade do sistema vascular. O presidente da Sociedade Brasileira de Hipertensão, Fernando Nobre, alerta: "Essa elasticidade traz danos para a manutenção de uma pressão arterial saudável, além de poder evoluir para outros problemas, como o AVC". 
11) Infertilidade em homens e mulheres:
O ginecologista Assumpto Iaconelli Júnior conta que, nas mulheres, o tabagismo pode causar: antecipação da menopausa, aumento de irregularidades menstruais, alterações hormonais, menor qualidade dos óvulos e embriões e dificuldade de implantação do óvulo. "Observamos na nossa clínica, que realiza tratamentos de fertilização in vitro, que mulheres que fumam têm menor taxa de sucesso e precisam do dobro de tentativas, em média, em relação às não tabagistas, para conseguir uma gestação", completa o especialista. Já nos homens, o cigarro afeta a formação e diminui a mobilidade dos espermatozóides, piora o potencial de fertilização e aumenta o estresse oxidativo (radicais livres).
12) Complicações na maternidade:
Gravidez definitivamente não combina com cigarro. "Abortos espontâneos, nascimentos prematuros, bebês de baixo peso, mortes fetais e de recém-nascidos, complicações com a placenta e episódios de hemorragia ocorrem mais frequentemente quando a mulher grávida fuma", afirma o ginecologista Aléssio Calil Mathias.
Segundo dados do INCA, um único cigarro fumado por uma gestante é capaz de acelerar, em poucos minutos, os batimentos cardíacos do feto, devido ao efeito da nicotina sobre o seu aparelho cardiovascular.
Um estudo da Universidade de York, no Reino Unido, também aponta que mulheres que fumam na gravidez têm maior risco de ter filhos hiperativos e com problemas de atenção na escola. E não é só: o pneumologista Sergio Ricardo Santos, presidente da Comissão de Tabagismo da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT), ainda dá o alerta de que bebês que convivem diretamente com fumantes têm maiores chances de morrer sem nenhuma causa aparente, a chamada Síndrome da Morte
 Súbita Infantil.

 

terça-feira, 31 de maio de 2011

Refrigerantes: Um Problema para os Dentes

Nas diversas regiões do Brasil, as pessoas usam palavras diferentes para identificar um refresco adocicado e gaseificado. O refrigerante. Porém, não importa o nome que se use, trata-se de algo que pode provocar sérios problemas de saúde bucal.
Os refrigerantes destacam-se como uma das fontes mais importantes de cárie dental presentes na dieta, atingindo pessoas de todas as idades. Ácidos e subprodutos acidíferos do açúcar presente nos refrigerantes desmineralizam o esmalte dental, contribuindo para a formação das cáries. Em casos extremos, o esmalte desmineralizado combinado com escovação inadequada, bruxismo (hábito de ranger os dentes) ou outros fatores pode levar à perda dental.
Bebidas sem açúcar, que respondem por apenas 14 por cento do consumo total de refrigerantes, são menos prejudiciais. Entretanto, elas são acidíferas e têm potencial para causar problemas.

Está-se Bebendo Cada Vez Mais

O consumo de refrigerantes nos Estados Unidos aumentou drasticamente em todos os grupos demográficos, especialmente entre crianças e adolescentes. O problema é tão grave que autoridades de saúde como a American Academy of Pediatrics começou a alertar sobre os perigos.
Quantas crianças em idade escolar bebem refrigerantes? Estimativas variam de uma em cada duas à quatro em cada cinco consumindo pelo menos um refrigerante por dia. Pelo menos uma em cada cinco crianças consome um mínimo de quatro porções por dia.
Alguns adolescentes chegam a beber 12 refrigerantes por dia.
Porções maiores agravam o problema. De 180 ml na década de 80, o tamanho do refrigerante aumentou para 570 ml na década de 90.
Crianças e adolescentes não são as únicas pessoas em risco. O consumo prolongado de refrigerantes tem um efeito cumulativo no esmalte dental. Conforme as pessoas vivem mais, mais pessoas terão probabilidade de apresentar problemas.

O Que Fazer ?

Crianças, adolescentes e adultos podem se beneficiar com a redução do número de refrigerantes que consomem, e também com as terapias bucais disponíveis. Eis algumas medidas que você pode tomar:
  • Substitua o refrigerante por bebidas diferentes: Tenha na geladeira bebidas que contenham menos açúcar e ácido, como água, leite e suco de fruta 100% natural. Ingira essas bebidas e estimule seus filhos a fazer o mesmo.
  • Enxágue a boca com água: Depois de consumir um refrigerante, faça um bochecho com água para remover vestígios da bebida que possam prolongar o tempo que o esmalte fica exposto aos ácidos.
  • Use creme dental e solução para bochecho com flúor: O flúor reduz as cáries e fortalece o esmalte dental, portanto escove com um creme dental que contenha flúor, como o Colgate Total 12. Fazer bochechos com uma solução com flúor também pode ajudar. Seu dentista pode recomendar um enxaguatório bucal que você compra na farmácia ou supermercado ou prescrever um mais concentrado dependendo da gravidade do seu problema. Ele também pode prescrever um creme dental com maior concentração de flúor.
  • Faça aplicação de flúor com o profissional: Seu dentista pode aplicar flúor na forma de espuma, gel ou solução. Os refrigerantes são implacáveis com seus dentes. Reduzindo a quantidade que você ingere, praticando uma boa higiene bucal e buscando ajuda com seu dentista e higienista, você pode neutralizar seus efeitos e usufruir de uma saúde bucal melhor.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Massagem na gravidez traz alívio, mas requer cuidados específicos

A gravidez é, sem dúvida, um momento muito especial, mas tem lá os seus desconfortos. Mesmo quando tudo está dentro do programa, em termos de saúde da mãe e do bebê, há alguns aspectos, considerados normais e fisiológicos, que interferem no bem-estar da grávida. A retenção de líquidos, que causa inchaço e sensação de peso nas pernas, as costas que dóem, principalmente na região lombar e as interrupções no sono pela dificuldade de encontrar uma boa posição para dormir quando a barriga cresce, são queixas mais comuns.

A massagem durante a gravidez alivia os desconfortos desta fase, bem como prepara o corpo para   o parto trabalhando a mobilidade e o fortalecimento das articulações, atuando sobre o sistema nervoso e melhorando o sono, a digestão e diminuindo o stress. Ela atua no corpo de forma completa com alongamentos, pressão suave e um rtimo lento e contínuo. O que permite a gestante saborear uma gravidez prazerosa e saudável.

A massagem para gestantes é uma massagem diferenciada, realizada com cuidados especiais e toques suaves, enfatizando os problemas da gestante, como alívio das dores lombares e diminuição do inchaço nas pernas, auxilia o retorno venoso estimulando a circulação sanguínea e linfática.

Tudo porque a gestação é um estado no qual, muitas alterações ocorrem no organismo da gestante, o que a diferencia do ponto de vista das técnicas de massagem  das demais pessoas.

Benefícios da massagem durante a gravidez:
  • Reduz stress e promove relaxamento profundo.
  • Propicia, com o toque acolhedor, suporte emocional e conforto.
  • Reduz e alivia dores nas articulações, pescoço e costas causadas pelas alterações na postura, fraqueza muscular, tensões e ganhos de peso.
  • Atua diretamente sobre o sistema nervoso melhorando o sono e a digestão.
  • Melhora a circulação sanguínea e estimula o sistema linfático.
  • Promove consciência corporal e relaxamento necessário para um parto ativo.
A mais popular na gravidez é a drenagem linfática, para diminuir o inchaço. Mas há outras técnicas com bons efeitos, que são menos utilizadas, ou por serem menos conhecidas ou por medo de que possam causar algum dano ao bebê.

Embora todas as técnicas devam ser aplicadas com cuidados e restrições específicas para a gestação, algumas trazem preocupações maiores. Na reflexologia e no shiatsu, por exemplo, a massagem de determinados pontos pode estimular contrações uterinas antes da hora. No entando, quando são feitas por um bom profissional, contribuem para o bem-estar da grávida.

FONTE: REVISTA MEU BEBÊ.